quarta-feira, 6 de março de 2013

Torneio Nacional de Robótica

EBA! Neste final de semana temos o que fazer!!! Torneio Nacional de Robótica no Sesi em Taguatinga!


O Serviço Social da Indústria (SESI) juntamente com a LEGO, a FIRST (For Inspiration and Recognition of Science and Tecnology) e o IAF (Instituto Aprender Fazendo), realizam a

Etapa Nacional do Torneio de Robótica FIRST® LEGO® League (FLL),
nos dias 9 e 10 de março 
das 9h as 17h, 
na Unidade SESI Taguatinga. 

Após oito seletivas regionais, organizadas pelo IAF, da temporada 2012/2013 com o tema “Senior Solutions”, 60 equipes de 11 estados do Brasil se classificaram para esta etapa nacional.

O torneio reunirá em torno de 1500 pessoas por dia, com 600 competidores, de 9 a 14 anos, que irão apresentar projetos que abarcam soluções de problemas de acesso, locomoção e outros fatores que atingem a terceira idade como, por exemplo, um relógio com GPS para pessoas com Mal de Alzheimer e um colete com sensor de objetos para deficientes visuais.

Torneio
Durante o torneio, os times competem três vezes na arena oficial. Cada partida tem duração de 2,5 minutos.  Ao longo do evento serão avaliadas e premiadas as equipes que mais se destacarem nas categorias Projeto de Pesquisa (inovação, apresentação e processo de pesquisa), Projeto do Robô (design do robô, programação e estratégia e inovação) e Core Values (inspiração, trabalho em equipe e gracious professionalism™).

Há ainda a premiação máxima, o Champion's Award, que é dada à equipe que melhor traduz a experiência da FLL, incorporando os valores do evento e demonstrando excelência e inovação tanto no Desafio do Robô, quanto na realização do projeto de pesquisa.

Os três times melhor classificados garantem vaga em torneios internacionais nos Estados Unidos e na Europa.

Vale destacar que as competições em robótica contribuem para despertar nos alunos o interesse pelo estudo das ciências, dentro do próprio ambiente escolar, fortalecendo a capacidade de inovação, criatividade e raciocínio lógico e inspirando a seguir carreira no ramo da engenharia, matemática e tecnologia.

A entrada é franca!!

Mais informações
http://www.sesisp.org.br/robotica/default.asp



segunda-feira, 4 de março de 2013

Música na caixa!

Até hoje não conheci ninguém que não gostasse de música. Acho que é tão natural desde cedo ouvirmos alguém cantarolando nos nossos ouvidos, seja para dormirmos seja para nos divertimos, que aprendemos rapidinho a gostar de música - talvez faça até parte dos nossos processos de socialização.

O 5º ano está trabalhando com esse tema nas aulas e para não construirmos apenas instrumentos musicais, hoje fizemos uma bailarina! :)

Fofa demais, tem um movimento de braços bem solto, o que nos ajuda a estudar um pouco o funcionamento das alavancas.

Com a bailarina montada, o desafio foi experimentar trocar os braços por outros maiores e/ ou menores e ver como a bailarina se comportaria. Teve grupo que chegou a experimentar dois tamanhos de braços diferentes  :)

Resultado: Quanto maior o braço, mais alto ou mais aberto fica. E se os braços são de tamanhos diferente, há um problema em relação ao "equilíbrio" (palavra do Tarik!). Neste caso, a bailarina não consegue manter o movimento centralizado no eixo e acaba caída para um dos lados, o que deixa seu movimento até engraçado... A turminha que experimentou que o diga...rs...

E por que o braço maior fica mais aberto/ alto? Isso conseguimos explicar com um pouquinho de física: o peso da peça ajuda a lançá-la cada vez mais longe. É a força centrípeta em ação. E como o movimento do suco dentro do liquidificador na força máxima... A tendência é tudo ir para fora... :)

Para a semana que vem tem mais instrumentos... E já estou ansiosa para ver o que vão achar do solophone...




Acampar aí vamos nós!!!

Imagine que você e seus colegas foram acampar com um grupo de escoteiros. Quando a noite chega e todos estão em volta da fogueira, escutam um barulho estranho do outro lado do rio. Como a curiosidade é grande, todos concordaram em, no dia seguinte, construir algo para atravessarem o rio e descobrirem a origem do barulho!

Eita que essa estória dá pano pra manga...

As turmas de 3º ano foram super criativas... Saiu de tudo na hora de pensar em construírem algo para atravessarem o rio... O único problema seria encontrar o material!

O que mais apareceu foram os barcos...



Mas também houve grupo que construiu jangada...


E teve grupo que construiu um teleférico... Só não sei onde iam arrumar tanto material...rs..


AH! E como não podia faltar, teve um grupo que construiu o que fez o barulho do outro lado do rio. De acordo com o Antônio, autor da ideia, era um minotauro! Haja criatividade, não? :)

domingo, 3 de março de 2013

Carro a hélice

Tem semanas que passam rápido demais... Nesta, por exemplo, recebemos material novinho para usar nas aulas, o que significou conferir e organizar um monte de pecinhas e outras coisinhas... Ou seja, nada de postar algo por aqui...

O tudo de bom foi contar com os habilidosos alunos e alunas dos 9º anos! Eita turmas boas!! Boas mesmo! :-)

Continuando com o tema atrito, a montagem da vez foi o carro a hélice. Como o material proposto para fazer o carro se movimentar é de papel, pegamos emprestado das maletas dos pequenos alguns painéis de plástico, hélices de plástico mais especificamente, para usarmos nas nossas montagens. O resultado foi engraçado...

De início a possibilidade usar as hélices de papel deve ter sido cogitada pelos grupo (está indicado no manual), porém, nem consegui pensar em vê-los usando-as, seria muitíssimo frustrante! Então, após o término da construção, os grupos foram desafiados a alterar a montagem de modo a fixar as hélices de plástico. Como as hélices eram de dois tamanhos diferentes e não tinha uma de cada tamanho para cada grupo, o pessoal foi se virando para fazer as alterações na montagem e testar.





Alguns grupos conseguiram se organizar o suficiente para fazer vários testes, outros mal terminaram a construção... Triste, mas é assim mesmo, se o grupo não foca e não se ajuda, não conseguem terminar a atividade e ficam olhando os outros se divertindo. É um aprendizado...

Enfim, o pessoal que testou começou com a hélice pequena - dava menos trabalho para alterar a montagem. Com a tal hélice instalada, o carro faz que vai se movimentar e para. Se tiver um cabo no chão, uma roda um pouco mais presa, o carro nem sai do lugar...

Teste 2: Com a hélice grande, como são encaixadas mais peças para que a hélice não encoste no chão, o carro fica mais pesado e por isso só empurrado para ele sair do lugar. Ou seja, nada feito...

Acontece que testar é também persistir e usar a criatividade para fazer o carro funcionar. E teve um grupo de meninas que arrasou!!!! Não sei como conseguiram emprestada outra hélice pequena e tcharam! O carro  com duas hélice andou!!! Muuuuuuuuuuuitíssimo devagar, mas andou!!

Obvio que a turma toda deu risada de ver o carro andando super devagar! Mas finalmente alguém conseguiu!

Pensem no tanto que fiquei orgulhosa em ver dando certo? Tudo de bom!


domingo, 24 de fevereiro de 2013

Como deixei de voar...

Esse é o título do capítulo do livro "O menino no espelho", de Fernando Sabino, que inspirou as turminhas de 3º ano a fazerem a construção da semana passada...

O capítulo começa falando que Fernando, o garoto do livro, foi com o pai a um campo de aviação ver aeroplanos fazendo várias acrobacias e soltando fumaça. Com a animação instalada, ao final do show um dos aviões caiu e um dos aviadores ficou bem machucado. No entanto, a experiência de ver todo aquele movimento foi tão animadora que Fernando decidiu fazer um aeroplano. Para isso, usou um carrinho de pedal que os pais tinham dado no último aniversário servindo de corpo do aeroplano, uma hélice de ventilador velho para ser a hélice, a câmara de borracha de um pneu de bicicleta para movimentar a hélice por torção (não foi essa a palavra que ele usou, né!) e bambus e tecido velho para as asas. Curiosamente, ao longo da construção do "aeroplano" temos a ideia de que a coisa toda vai funcionar, porém, apesar de quase levantar voo, Fernando dá de cara com o muro e estraçalha o carrinho/ aeroplano...rs...

A estória é uma delícia. Quem ainda não leu o livro, vale muito a pena... Estórias de aventuras infantis, inocentes e criativas com devem ser.

Mas, enfim, a moçadinha das turmas ficou bem animada com a estória e colocaram a cachola para funcionar...

Teve grupo que fez o carrinho de pedal com asas...


Outros construíram uma plataforma ou apoio para que o piloto conseguisse subir no aeroplano...



Outros grupos construíram aviões bimotores ou com a segunda hélice atrás...rs... Eita animação!




Ainda teve um grupo que construiu o muro onde Fernando bateu...rs...
 

E outro que pensando num avião comum, colocou uma roda na frente e duas atrás! :)


quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Camaleão e contador de ovos de uma só vez!

UAU!!! O 7T arrasou hoje!! Em duas aulas, tiveram duas atividades de construção de nível fácil a médio - o camaleão e o contador de ovos - com programações enroladas - a primeira envolvendo condicional de luz e a segunda armazenamento de dados. E querem saber? Foi suuuuuper legal! :) Se tivessemos mais alguns minutinhos ainda faríamos ajustes na construção do contador de ovos...

A primeira, o camaleão, é uma construção simples, com movimento de um motor vinculado à luz ambiente. Neste caso, o camaleão começa na cor verde e mediante a intensidade da luz vira para um lado (mostra a face azul do camaleão com o ambiente escuro) ou para outro lado (mostra a face amarela para a luz clara). Como são três faces, a moçadinha tinha que entender que o movimento tem como base 120 graus (três faces com 120 graus para aparecer cada uma são os 360 graus de uma rotação completa). Foi lindo!

A segunda, o contador de ovos, é uma construção de nível médio. Para programar tive que mostrar como se usar o ícone de armazenamento de dados. Pensem na animação deles para entender os ícones novos... Um monte de maletinhas, ícones que fazem conta e que transformam numero em texto! Os novatos e novatas, meio receosos, riam junto para não ficarem de fora e se divertirem também. Detalhe, a contagem dos supostos ovos tinha que aparecer no visor!

Só precisaríamos de mais uns 10 minutinhos... só 10... Para testar alterar a estrutura do contador e as bolas da maleta serem contadas... Fora isso, diverti-me horrores... Acho que a turma também... :)




Claro que para conseguirmos essa façanha, não conversei sobre o tema que vincula as construções. Mas tudo bem... Na próxima aula retomaremos a experiência e conversaremos sobre animais vertebrados, teorias evolucionistas e criacionistas, além de extinção de animais e cuidados com os animais no zoológico. ;)

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Velhinha Contrabandista???

Pois é... A ideia era aproveitar o que tem de mecanismo na história (descobri que não é tão fácil encontrar histórias que envolvam mecanismos), mas acabamos conversando sobre o que é contrabandista, contrabando, documento do carro... Essas coisas...

A história é a seguinte:

A VELHA CONTRABANDISTA
Stanislaw Ponte Preta 

Diz que era uma velhinha que sabia andar de lambreta. Todo dia ela passava pela fronteira montada na lambreta, com um bruto saco atrás da lambreta. O pessoal da Alfândega – tudo malandro velho – começou a desconfiar da velhinha. 
Um dia, quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o fiscal da Alfândega mandou ela parar. A velhinha parou e então o fiscal perguntou assim pra ela: 
 - Escuta aqui, vovozinha, a senhora passa por aqui todo dia, com esse saco aí atrás. Que diabo a senhora leva nesse saco? 
A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam e mais os outros, que ela adquirira no odontólogo e respondeu: 
- É areia!
Aí quem sorriu foi o fiscal. Achou que não era areia nenhuma e mandou a velhinha saltar da lambreta para examinar o saco. A velhinha saltou, o fiscal esvaziou o saco e dentro só tinha areia. Muito encabulado, ordenou à velhinha que fosse em frente. Ela montou na lambreta e foi embora, com o saco de areia atrás. 
Mas o fiscal ficou desconfiado ainda. Talvez a velhinha passasse um dia com areia e no outro com muamba, dentro daquele maldito saco. 
No dia seguinte, quando ela passou na lambreta com o saco atrás, o fiscal mandou parar outra vez. Perguntou o que é que ela levava no saco e ela respondeu que era areia, uai! O fiscal examinou e era mesmo. Durante um mês seguido o fiscal interceptou a velhinha e, todas as vezes, o que ela levava no saco era areia. 
Diz que foi aí que o fiscal se chateou:
- Olha, vovozinha, eu sou fiscal de alfândega com 40 anos de serviço. Manjo essa coisa de contrabando pra burro. Ninguém me tira da cabeça que a senhora é contrabandista. 
- Mas no saco só tem areia! – insistiu a velhinha. E já ia tocar a lambreta, quando o fiscal propôs: 
- Eu prometo à senhora que deixo a senhora passar. Não dou parte, não apreendo, não conto nada a ninguém, mas a senhora vai me dizer: qual é o contrabando que a senhora está passando por aqui todos os dias? 
- O senhor promete que não “espaia” ? – quis saber a velhinha. 
- Juro – respondeu o fiscal. 
- É lambreta.

Depois da leitura feita pelos próprios alunos e alunas, conversamos sobre algumas coisinhas que aparecem na história e, então, foi mãos à obra!


Teve grupo que lembrou da possibilidade de haver cancela para passagem dos carros e um outro grupo chegou a lembrar do uso do motor - neste caso, a lambreta ficava estreita demais e o motor não ficava dentro dela... ou seja, nada de motor em funcionamento...